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::: BLOG FILHO :::
Um Blog sem pai nem mãe. |
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28/01/2009
::: A remoção do pólipo... :::Cheguei no hospital 07 da manhã. Sete e meia fui sedado. Pisquei os olhos e acordei às nove e meia, já sem o pólipo. E fiquei mofando num quarto, usando uma "roupinha-de-ver-Deus" (aquelas camisolas escrotas que fecham na frente e deixam a bunda da gente de fora), esperando o médico me dar alta. O que aconteceu às 19:30. E pronto. Essa é a Sinopse... A verdadeira SAGA, vem agora... PrólogoOutubro de 2003. Primeiva visita à otorrino. Cara, ODEIO ir a médico. Mas, fazer o que... Já rolava um histórico familiar meio escroto com essas coisas e anos acumulados de abuso da voz estavam acabando comigo. Uma tarde de sábado com viola e cigarrim me deixava 15 dias sem falar. E ela - a médica - o viu pela primeira vez. Poderosa e confortavelmente instalado em minha prega vocal direita, o nódulo - o qual, a partir de agora, será carinhosamente chamado de Noodles. Noodles poderia ser comparado a uma criança problemática. Dava bastante raiva e irritava, mas ele sofria com abusos incessantes e uma vida nao adequada a um ser tão pequeno. Junto com Noodles, a doutora encontrou também uma área extremamente irritada, o que a levou a crer que eu tenho refluxo. Refluxo crônico. E esse refluxo crônico, associado aos abusos, deixava Noodles, agora um nódulo adolescente, tão nervoso e irritado. Confesso nao ter dado muita trela pra isso. E abandonei Noodles lá, levando sua vida. De vez em quando ele vinha me aporrinhar, e eu aliviava. Até que, um dia... Noodles cresce!Já havia se passado 5 anos sem que Noodles desse muita noticia. Até que um dia, me enchi de razão, passei a mão na viola e na garrafa de jack daniels. Já morava no ES de novo, andava triste e tudo mais. O final da noite anunciava um suave aroma de sangue sendo exalado na respiração e uma maldita tosse que nao passava nem a pau. E demorei. Procurei o médico depois ainda, quando já estava cicatrizado e existia a sensação de corpo estranho. Se me pedissem pra calcular o tamanho, diria q havia meio caroço de pipoca entalado na garganta. Nesse momento fizemos a espionagem do inimigo... Então vi a minha culpa, o monstro que eu havia criado: NOODLES. Mas nao era o mesmo Noodles que foi apenas uma criança problema. Ele havia se tornado algo pior, algo maior... Já era mais solto e expandia suas crueldades, agora, independentes de ser provocado ou não. Ele agora era... ...OSAMA BIN PÓLIPO!!!E deveria ser caçado, capturado, neutralizado e aniquilado!!! Missão marcada para as 700 horas, terça feira seguinte. E lá fui eu. Na sala de preparação, um dos médicos já estava se preparando. Enfermeiro: Tira toda sua roupa e bota aqui neste plástico. Seu sapato, tudo mais.
Paulo: Tem que tirar a cueca também?
Enf: Pode ser.
Paulo: Merda.
Médico Sacana que também se preparava: Nao se preocupa que ninguém vai reparar na tatuagem de coração que voce fez na bunda nao...
Paulo: O problema nao é repararem na tatuagem, mas descobrirem o nome do marinheiro que me inspirou a faze-la.(mesmo em missao de caça e captura, ainda um fanfarrão) E fui pro campo onde seria travada a derradeira batalha... Intervalo Tirei a roupa toda, calcei o propé e só amarrei a roupa-de-ver-Deus só no pescoço. Ou voces acharam MESMO que eu ia perder uma chance dessa de mostrar minha bunda cabeluda despreocupadamente, ao sabor do vento (ou do ar condicionado), enquanto ia pro Centro Cirurgico? Chato foi ficar... "a postos pro serviço" quando chegou uma enfermeira, a Luciana (que pediu pra ser chamada de "Lu" ou "Lucy". ai ai ai.... maldição!!! O CENTRO CIRURGICO!!!E chegou ela, minha otorrino, Dra. Andressa Camporez. Maldita hora que falei que era dentista. Maldita hora que falei que tinha sido monitor de Anatomia dela. Maldita hora que ela sentiu firmeza em simplesmente me tratar como colega e nao como paciente. Mas ela foi maneira. Desde a descoberta de Osama Bin Polipo, ela foi bem atenciosa e reforçou o tempo todo que ele ainda era café com leite. E me apresentou o cara que tinha total dominio das drogas, o anestesista, o qual - por motivos óbvios - pediu para nao ter seu nome identificado. Favor ler os textos dele com aquela voz metálica e esquisita que dão pras testemunhas: Anestesista: E aí, mano, firmeza? Aê, eu que comando as parada tudo aqui na quebrada, certo? Quer dizer que tu vai entrar numa de operar, né? Quer frazer cabeça, né? Entao já é... Me fala de sua saúde.
Paulo: Po, tá ruim, né? To aqui, de bunda de fora, queria estar na praia. Até trabalhando me parecia uma opção mais legal...
A.: ¬ ¬'
P.:Ok, problema algum. Nao tomo remédios e nao tenho nenhuma doença.
A.: Beleza então, parceiro. Então, se liga, vai se divertindo com isso aqui. Vou te fazer uma presença e depois vem o bagúio forte, certo?Nota: Lógico que o anestesista nao tinha nenhuma pegada de mano ou traficante carioca. Isso foi só pra ilustrar a bagaça. Retornamos aos fatos... Nessa hora, Lu (ou Lucy) me segurou a mão do outro lado e antes que eu imaginasse ter uma nora e humilhante ereção, eu falei algo que até agora ainda ecoa pelos corredores do hospital: "Po, meu primo toca flautaaa...rrrrrrrrrrrroooooooooonnnnnnnnnnnnnnnnnnncccccc!!" E apaguei. E segundo a lenda, também sem nenhuma ereção. Ainda bem Apenas pisquei...... e acordei com a Lu balançando minha mão. "Paulo, acorda!" Hum? Heim? Cuma? Já foi? Lu: Sim. "Da hora, véi!! Ó, só, tenho uma pereba aqui no sovaco, dá pra rolar um barato desse de novo e tirar nao?" Risinhos constrangidos de todos. O que houve foi um lapso total de tempo de minha parte. Na maca, indo pra recuperação, a Lu me explicou que fiquei quase duas horas apagado, mesmo depois da cirurgia ter terminado. O anestesista tava tranquilo, mas caprichou na reoxigenação. Fui pro quarto. Minha mae já me esperava e pedi com alguma urgencia um pedaço de papel. E no papel: "Dá minha cueca, faz favor?" Porque a Lu me fez efeitos imediatos e já que o tranquilizante já tava indo embora, melhor nao arriscar... E foi assim. Uma hora depois de chegar ao quarto, eu tava ótimo e morto de fome. Confesso que nunca um pão com manteiga e suco de goiaba me pareceram tão saborosos. A Dra. Andressa apareceu e disse que tudo havia corrido bem, a biópsia não seria necessária e que à noite, o pai dela, também otorrino, passaria lá pra me dar alta. Ele assim o fez. E aqui termina a história.
18/11/2008
::: De burrices e afins :::Este post com um singelo link é dedicado a todos a quem pelo menos uma vez mandei tománomeidasapatadoteucú! Três conclusoes básicas do texto: 1. A burrice é inconsciente e recidiva. Ou seja: todo burro nao sabe que o é e por isso tende a continuar burro por um bmo tempo...2. A burrice é contagiosa. MEDAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!3. O poder emburrece. Essa aqui parece o segredo de Tostines: é burro por que tem poder ou tem poder por que é burro?E adiantando: não, nao falam nada na revista sobre louras.
::: O gato, a curva e a Janete :::Resumindo a notícia: em Niterói-RJ, uma estilista foi desviar de um gato, bateu com o carro numa muretae, atravessou a pista caindo sobre o carro dos ex-sogros, que seguiam na direção contrária. Os quatro morreram na hora. Sim, porque o gato - apesar dos esforços da moça, também foi atropelado e morreu. Muda a cena pra entrada do céu: Sogra: Bem que eu falei que ela nunca foi com nossa cara!
Ex-nora: FOI UM ACIDENTE, VELHA IDIOTA!
Sogro: Nao a chame de idiota, sua mal educada!
En: Essa mocréia me aporrinha desde a época que eu namorava aquele cagão do seu filho, seu Fulano!!
So: Opa!!! Cagão nao!! Meu menino vale ouro!
En: Cagão sim! Sempre foi capacho dela e nunca teve coragem de dizer o que pensava!
Sa: Voce é quem queria roubar meu filho de nós! Voce deve ter bebido ou cheirado maconha pra dirigir mal assim! Aliás, benhê, lembra daquela vez que ela atropelou o guruçá quando estávamos em Búzios?
En: EU DIRIJO MUITO BEM!!!
Sa: É... Todo mundo aqui tá vendo...
En: Ai, que ódio!! Ô, São Pedro!!! Pelo amor de Deus!! Adianta aqui, porque se a eternidade for assim, to vendo que fui pro inferno direto e sem escala!
So: cara de paisagem, olhando a asinha de uma anjinha sapeca que passava
Gato: Miau?E a Janete Clair, lá de dentro, morrendo de inveja por nao ter pensado nisso antes...
11/11/2008
::: Psiu! :::To aqui também, n´ A Tênue Linha... Porque rir de bêbados é in desde o Jeremias José!
22/10/2008
::: Breve comentário futebolístico ::: Quem me conhece, sabe que torço pro melhor time do mundo, mas que nem por isso deixo de acompanhar outros times. Ainda mais quando tantas pessoas queridas - minha mae inclusive - torcem por times menos afortunados no glorioso Brasileirão 2008. Pois bem: acompanho por gostar de futebol mesmo. Um jogo de futebol bonito, limpo, onde se vê shows de técnica e habilidade é um excelente programa pra mim. Infelizmente, aconteceu uma coisa muito sinistra domingo passado. É, aquele vexame que foi o jogo da Globo, o Vitória x Fluminense. Não que o jogo em si estivesse ruim, mas aquele árbitro, pelo amor do Galinho de Quintino!!! DOIS PENALTIS?! Não é de admirar que o compadre Washington esmurrasse tanto o gramado. O pior de tudo é o comentário do zagueiro, que já concorre com c*ralhões de vantagem ao " Troféu Cara-de-Pau do Brasileirão": "No primeiro lance, não dei golpe de judô nenhum. Washington é que tropeçou em mim. No segundo, tirei a bola com o ombro. Agora, não tenho culpa se meu ombro é comprido.Pô, véio... Deu golpe sim. E o nome é ogoshi, o qual traduzido pra portugues quer dizer "gancho cinturado". É um fanfarrão mesmo... Enquanto isso, na Gávea, esperamos por algum milagre do Harry Potter Jr...
16/10/2008
Dureza é quando uma amiga sua, smexy e interessante vira e fala que te deixou uma mensagem. E quando voce vai ver, ela só quer te pedir um link... E como se fosse grande coisa ser linkado aqui!!!!!!!!!!!!
::: Tira a poeira :::Li no Jornal do Brasil há algum tempo. Procurei e achei. Resolvi compartilhar, enquanto espero boa vontade de escrever algo novo de novo... Juiz, polícia e malandro Fausto WolffUma vez que não bebo mesmo há mais de ano, esses neurônios espalhados pela casa devem ser da mangueira do Cartola. A verdade é que recebi carta de uma leitora repassando-me a carta de outro leitor. Escondi-a e quando fui procurá-la descobri que havia sido devorada pelos pequenos demônios que habitam este computador. Hoje defrontei-me com ela numa esquina quando menos esperava. Está tão bem escrita e diz tanto sobre o que fizeram com nossa querida cidade que decidi publicá-la na íntegra. Atenção. "Segunda-feira de carnaval, saio de casa perto das 22h para encontrar a namorada na porta do Circo Voador, na Lapa. Lá chegando, saio do táxi falando ao celular para encontrá-la. Mas não é só. Além de tênis, bermuda e camisa, usava um chapéu, desses vendidos em todos os cantos da cidade a R$ 5. Presente da namorada. Coisa de mulher. "Então, atravesso a rua e quase sou atropelado por um camburão com luzes e lanternas apagadas com a inscrição Core no carro. No mesmo momento o motorista grita ‘Ô malandro’ e eu, assustado, dou um pulo para a calçada, peço desculpas e viro as costas, continuando ao celular e andando, já na calçada. "Aí, percebo que a viatura andava ao meu lado, com três policiais de preto, ao que escuto, em alto e bom som: ‘Saia da rua, seu malandro e bêbado’. Nesse momento, pensei: ‘Isso não é jeito de tratar as pessoas na rua’ e respondi: ‘Não sou bêbado nem malandro; se vocês não estiverem em operação, está errado andarem com essa viatura preta e apagada, pois quase me atropelaram e vão acabar atropelando alguém!’ "Oportunidade em que os homens de preto desceram da viatura dizendo: ‘Ô malandro, tu é abusado, tá preso’. Ato contínuo, diante da voz de prisão, estendo os dois braços para ser algemado. Pergunto ao mais novo dos três, que estava completamente alterado: ‘Qual o motivo da prisão?’ Resposta: ‘Desacato’. Pergunto novamente: ‘O que os senhores entendem como desacato?’ Resposta: ‘Até a DP a gente inventa, se a gente te levar pra lá’. Nesse exato momento, percebendo a gravidade da situação, disse: ‘Estou me identificando como juiz federal e minha identificação funcional está dentro da minha carteira, no bolso da bermuda’. Imediatamente, o policial novinho, que se identificou como André e na DP disse se chamar Cristiano, meteu a mão no meu bolso, pegou a minha carteira e a colocou em um dos bolsos de sua farda preta. Então, o impensável aconteceu! Disseram: ‘Juiz federal é o c..., tu é malandro e vai para a caçapa do camburão’. "Fui atirado na mala do camburão como bandido, algemado, porém, com o celular no bolso e os três policiais do Core da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, dizendo que no máximo eu deveria ser ‘juiz arbitral ou de futebol’. Temendo pela vida, por incrível que pareça me veio aquela frase de Dante, da sua obra ‘Divina Comédia’: ‘Abandonai toda a esperança, vóis que entrais aqui’. Então, sem perder as esperanças, peguei o celular do bolso mesmo algemado e liguei para a assessoria de segurança da Justiça Federal informando a situação, bem baixinho, e que não sabia se seria levado para DP, pedindo para acionar a PM e localizar a viatura do Core que estava circulando pela Lapa comigo jogado algemado na mala. "Já na presença do delegado, as algemas foram retiradas e, 20 minutos depois, um dos policiais de preto vem ao meu encontro e me pede: ‘Excelência, desculpas, nos agimos mal, podemos deixar por isso mesmo?’ Respondi: ‘Primeiro, não me chame de Excelência, pois até há pouco vocês me chamavam de malandro. Segundo, não, não pode ficar por isso mesmo. Como é que vocês tratam assim as pessoas na rua, como se fossem bandidos. Terceiro, vocês três não honram a farda que estão vestindo. Quarto, desde a abordagem policial agi apenas como cidadão, no que fui desrespeitado e, depois de ter me identificado como juiz federal, fui mais ainda, logo, um crime de abuso de autoridade seguido de outro de desacato’. "Pensei, por fim: ‘Se como juiz federal fui ameaçado por três homens de fardas pretas com pistolas automáticas, algemado e jogado como um bandido na mala de um camburão, simplesmente por tê-los repreendido, de forma educada, como convém a qualquer pessoa de bem, o que aconteceria a um cidadão desprovido de autoridade e de conhecimento dos seus direitos?’ Duas coisas são certas, de minha parte: não permitirei nada passar em branco, pois são fatos sérios e graves que partiram daqueles que têm o dever de zelar pela segurança da sociedade e, no próximo carnaval, não usarei o chapéu namorada, o tal chapéu. É perigoso. Pode ser coisa de malandro". Roberto Schuman – Cidadão e juiz federal no Estado do Rio de Janeiro.
08/06/2008
Nossa... Que cheiro de mofo... (ráááá! Pegadinha do mallaaandro!!!)
18/07/2007
::: Minutinho de atenção :::Prezados amigos, Por vezes ouvimos dizer que "o que falta na bandeira do Brasil é o vermelho de uma guerra". Por vezes isso soa como ser verdade, mas seria apenas a formalização do nosso holocausto diário. Ontem à noite, um avião explodiu em Congonhas. Ano passado, um outro caiu no meio do nada. Aliás, do nada mesmo, porque todos os investimentos e projetos feitos pelo desenvolvimento daqueles grotôes sumiram nos bolsos de ilustríssimos fdps (perdoem-me os filhos das prostitutas, mas enquanto nao surgir expressão melhor, vai essa mesmo). Nosso sangue derramado. João Hélio morre linchado por garotos pouco mais velhos que ele. Garotos ainda, mas talvez já velhos demais para perceber a diferença entre viver e morrer, amor e ódio. Velhos demais para perceber que existem alternativas. Mais de nosso sangue jorrando. Chorando. Mulheres servis violentadas pela burguesia. Seja pelo achacamento de suas expectativas, pelos sub-empregos; seja pela idéia coletiva de que existe gente "de primeira classe" e "sub-gente". Nesse ítem, o que me impressiona ainda é que talvez a polêmica toda seja apenas pelo fato do espancamento de prostitutas, pretos e pobres seja monopólio do Estado. Nosso sangue, nossa humanidade. Nossa cidadania. Vocês se lembram quando era bacana dizer que a Globo manipulava informações? Que não sabíamos da verdade, pois o que ela mostrava era manipulação? Hoje penso que com seu jornalismo quase que cinza, é muito mais interessante brincar de unir os pontos e colar os fatos. Descobrir qual a verdadeira imagem desse quebra cabeças que vem sendo formado já há tanto tempo. Unir e perceber que os desfalques vão para os bolsos de gente financiada por empreiteiras, eleitos por bandidos e suas respectivas quadrilhas. Perceber que as crianças que não recebem livros, medicamentos, comida, escola ajudam a pagar a conta de filhos bastardos de outros bastardos de gravata. Nosso sangue, nossa gente, nosso dinheiro. Nossas vidas. Até quando? Até quando o erro será a norma? Até quando continuaremos pagando pela nossa omissão? Até quando você vai continuar dando seu sangue, vendendo seu silêncio, esquecendo seus princípios e sua alma para gente que finge te amar? Obrigado por quem leu até aqui. Forte abraço, Paulo Filho
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